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Polícia Civil prende no interior de São Paulo cantor foragido há 4 meses

Homem é investigado por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro ligado a organização criminosa

25/06/2026 às 19h02
Por: Redação Fonte: Secom SP
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Após o monitoramento, as equipes localizaram o cantor e deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça – Foto: Divulgado/Governo de São Paulo
Após o monitoramento, as equipes localizaram o cantor e deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça – Foto: Divulgado/Governo de São Paulo

A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (25) um cantor que estava foragido há quatro meses. A captura aconteceu em Paranapanema, no interior de São Paulo. Ele é investigado por lavagem de dinheiro ligado a uma organização criminosa.

A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Capturas do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope). Os policiais descobriram que o foragido estava escondido em um condomínio no interior do estado.

Após o monitoramento, as equipes localizaram o cantor e deram cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. O homem foi conduzido a 1ª Delegacia de Capturas do Dope, onde permanece à disposição da Justiça.

LEIA TAMBÉM: Operação da Polícia e MP de SP contra lavagem de dinheiro encontra fuzis e estrutura do tráfico em imóvel de investigados

Operação Fim da Fábula

O cantor foi alvo da operação da Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público que foi deflagrada em fevereiro deste ano. A ação mirou uma associação criminosa especializada em golpes digitais, entre as fraudes investigadas estão golpes do INSS, do falso advogado e da chamada “mão fantasma”, modalidade em que criminosos obtêm acesso remoto a dispositivos das vítimas para realizar movimentações bancárias indevidas.

De acordo com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), o bando adotava o modelo conhecido como “lavagem em camadas”, com sucessivas transferências de recursos entre familiares, empresas de fachada e contas de terceiros para dificultar o rastreamento do dinheiro.

Na época, o Ministério Público identificou ao menos 36 imóveis ligados aos investigados, inclusive registrados em nome de “laranjas”, além de centenas de veículos, embarcações, joias e valores em espécie. Parte desses bens foi apreendida durante a operação.

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